Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P.
27
FRESAN - Programa de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola

Designação do projeto | FRESAN - Programa de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola
Código do projeto | FRESAN
Objetivo principal | O objetivo do projeto é contribuir para a redução da pobreza e vulnerabilidade à insegurança alimentar e nutricional nas províncias do sul de Angola, focado na agricultura familiar, acesso a água, sistemas de informação sobre segurança alimentar e nutricional e adaptação às alterações climáticas. 

Entidades beneficiárias/parceiras | Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. (INIAV, I.P.);Camões, I.P. - Instituto da Cooperação e da Língua; Instituto Superior de Agronomia (ISA); Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA); Universidade do Porto (UPORTO)
Investigador responsável (INIAV) | Amélia Maria Pereira Lopes
Data da aprovação | 2018/05/06
Data de início | 2019/04/17
Data de conclusão | 2022/07/30
Custo total elegível | 47.775.247,15€; Custo elegível INIAV - 1226284,31€
Apoio financeiro total | 47.775.247,15€

Objetivos, atividades e resultados esperados:
A resiliência é chave para reduzir a vulnerabilidade das populações do Sul de Angola, mais expostas aos eventos climáticos extremos, no sentido de proteger os seus meios de subsistência e modos de vida. OFRESAN adota uma estratégia assente numa abordagem integrada para combater os problemas relativos ao binómio agricultura -nutrição, assegurando coordenação descentralizada, ao nível das autoridades provinciais e das comunidades, e a atribuição de subvenções às melhores propostas de projeto da sociedade civil.
São valorizadas as práticas agrícolas tradicionais, ao mesmo tempo que é introduzida tecnologia e práticas agroecológicas inovadoras de conservação de solo e água, seleção e introdução de variedades adaptadas. A organização dos agricultores e dos produtores, emparticular das mulheres, melhora a sua capacidade de produção, processamento e preservação de produtos alimentares bem como as capacidades de gestão e o marketing necessários para obter mais valor da comercialização de excedentes. É reforçada a segurança alimentar e nutricional dos agregados familiares, com alimentos mais diversificados e nutritivos e introdução de sistemas de transferência social, geradores de rendimentos suplementares, que aumentam a resiliência a crises alimentares e flutuações sazonais dos mercados. Os mecanismos de gestão de informação das instituições angolanas saem reforçados com sistemas de previsão, alerta e reação fiáveis. Para este esforço são chamados diversos intervenientes. Desde logo as comunidades e organizações locais, passando pelos Governos Provinciais, Ministérios e respetivos serviços descentralizados, serviços de extensão, investigação, cooperação técnica e sociedade civil.
A capacitação das instituições e das comunidades garantirá que os benefícios e modelos desenvolvidos serão sustentados no tempo.




Governo de Portugal
w3c
acessibilidade
seara.com